SOBRE OS ARTISTAS
JUAN ESTEVES
Fotógrafo e editor de fotografia da Folha de S. Paulo entre 1986 e 1994, é atualmente colaborador de revistas e livros no Brasil e no exterior. Produz trabalhos corporativos e sociais, além de desenvolver um trabalho autoral voltado para o retrato na arte e na cultura. Tem fotos publicadas no Japão (Marie Claire, Tokyo Journal, Tokyo Classified, Jazznin) Estados Unidos (Time e Newsweek), Espanha (El Paseante e Planeta Editorial), Portugal (Vista Alegre), Alemanha (Stern), Dinamarca (The Politken), Inglaterra (Penguin Books), Itália (Rizzoli Libri) e em muitas publicações brasileiras, como Veja, Bravo!, Elle, Marie Claire, Daslu e Mitsubishi.
Publicou o livro "55 Portraits" (2000) e tem fotos publicadas em mais de sessenta livros no Brasil e no exterior. Entre eles, "Retratos do imaginário de São Paulo" (2001), "Imagens da fotografia brasileira" (2000), "Primeira Página" da Folha de S. Paulo (1998), "Um olhar reescrevendo o Brasil"(1999) e Cadernos de Fotografia Brasileira, São Paulo 450 anos, IMS (2004).
No Brasil participou de exposições no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM, Museu de Arte de São Paulo – MASP, Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS, Funarte – Rio de Janeiro, Usina do Gasômetro em Porto Alegre, Memorial de Curitiba, Museu de Arte Brasileira da FAAP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre outras, em 17 individuais e 60 mostras coletivas.
No exterior seus trabalhos estiveram no PS1, The Institute For Art and Urban Resources de New York, Estados Unidos; no Stedelijik Museum Het Domein de Sittard, Holanda; na Aschembach Gallery de Amsterdam, Holanda; no Stadtiches Museum in der alten Post, Mulheim an der Ruhr, Alemanha; na International Press Book Fair de Genéve, Suíça e na Time & Style Gallery em Tóquio, Japão.
Tem obras nos acervos do Museu de Arte Moderna – MAM-SP, Museu de Arte de São Paulo – MASP, Musée de L’Elysée de Lausanne, Suíça, Instituto Moreira Salles – IMS, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu da Imagem e do Som – MIS-SP, Enciclopédia de Artes Visuais Itaú Cultural e Banco BNDES-Rio de Janeiro, entre outros acervos e coleções particulares.
JOAQUIM MARQUES
MATIZES DO TEMPO
Há um ano, o fotógrafo Joaquim Marques desenvolve a pesquisa Matizes do Tempo. O trabalho, que reúne cerca de 1000 imagens, registra o passar do tempo nas folhas de uma bananeira. Joaquim percebe e capta o movimento do estático, ou seja, o que seria para um observador comum mais um pé de banana, para o fotógrafo, é o objeto de estudo sobre a inconstância do tempo do olhar.
No período de 40 minutos, três vezes ao dia, a lente atenta do fotógrafo captou o desenho do vento e da luz no seu objeto estático. Como resultado, podemos perceber a tecnologia do tempo e a sistematização do olhar – experiência trazida da publicidade.
As imagens registradas por uma câmera digital em macro fotografia nos transportam para as probabilidades do acaso sobre seu objeto e a existência. Pode-se dizer que estas fotos pretendem sim ser o registro da presença da inércia na medição do tempo, uma desconstrução gravada através de luz e que nos fornece abstração dos espectros físicos: os seus fractais.
O registro do jogo de luz e sombra é preciso. As fotos mostram as transparências e o aspecto metalizado das folhas expostas ao sol. E assim, isoladas de seu contexto, as imagens são paisagens a serem desbravadas, um infinito dinâmico de possibilidades. Na verdade, o artista não está à procura do congelamento da imagem, muito pelo contrário, sua busca é pelo movimento, pelo impulso vital.
VERA CAFÉ
Fotógrafo e editor de fotografia da Folha de S. Paulo entre 1986 e 1994, é atualmente colaborador de revistas e livros no Brasil e no exterior. Produz trabalhos corporativos e sociais, além de desenvolver um trabalho autoral voltado para o retrato na arte e na cultura. Tem fotos publicadas no Japão (Marie Claire, Tokyo Journal, Tokyo Classified, Jazznin) Estados Unidos (Time e Newsweek), Espanha (El Paseante e Planeta Editorial), Portugal (Vista Alegre), Alemanha (Stern), Dinamarca (The Politken), Inglaterra (Penguin Books), Itália (Rizzoli Libri) e em muitas publicações brasileiras, como Veja, Bravo!, Elle, Marie Claire, Daslu e Mitsubishi.
Publicou o livro "55 Portraits" (2000) e tem fotos publicadas em mais de sessenta livros no Brasil e no exterior. Entre eles, "Retratos do imaginário de São Paulo" (2001), "Imagens da fotografia brasileira" (2000), "Primeira Página" da Folha de S. Paulo (1998), "Um olhar reescrevendo o Brasil"(1999) e Cadernos de Fotografia Brasileira, São Paulo 450 anos, IMS (2004).
No Brasil participou de exposições no Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM, Museu de Arte de São Paulo – MASP, Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS, Funarte – Rio de Janeiro, Usina do Gasômetro em Porto Alegre, Memorial de Curitiba, Museu de Arte Brasileira da FAAP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre outras, em 17 individuais e 60 mostras coletivas.
No exterior seus trabalhos estiveram no PS1, The Institute For Art and Urban Resources de New York, Estados Unidos; no Stedelijik Museum Het Domein de Sittard, Holanda; na Aschembach Gallery de Amsterdam, Holanda; no Stadtiches Museum in der alten Post, Mulheim an der Ruhr, Alemanha; na International Press Book Fair de Genéve, Suíça e na Time & Style Gallery em Tóquio, Japão.
Tem obras nos acervos do Museu de Arte Moderna – MAM-SP, Museu de Arte de São Paulo – MASP, Musée de L’Elysée de Lausanne, Suíça, Instituto Moreira Salles – IMS, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu da Imagem e do Som – MIS-SP, Enciclopédia de Artes Visuais Itaú Cultural e Banco BNDES-Rio de Janeiro, entre outros acervos e coleções particulares.
JOAQUIM MARQUES
MATIZES DO TEMPO
Há um ano, o fotógrafo Joaquim Marques desenvolve a pesquisa Matizes do Tempo. O trabalho, que reúne cerca de 1000 imagens, registra o passar do tempo nas folhas de uma bananeira. Joaquim percebe e capta o movimento do estático, ou seja, o que seria para um observador comum mais um pé de banana, para o fotógrafo, é o objeto de estudo sobre a inconstância do tempo do olhar.
No período de 40 minutos, três vezes ao dia, a lente atenta do fotógrafo captou o desenho do vento e da luz no seu objeto estático. Como resultado, podemos perceber a tecnologia do tempo e a sistematização do olhar – experiência trazida da publicidade.
As imagens registradas por uma câmera digital em macro fotografia nos transportam para as probabilidades do acaso sobre seu objeto e a existência. Pode-se dizer que estas fotos pretendem sim ser o registro da presença da inércia na medição do tempo, uma desconstrução gravada através de luz e que nos fornece abstração dos espectros físicos: os seus fractais.
O registro do jogo de luz e sombra é preciso. As fotos mostram as transparências e o aspecto metalizado das folhas expostas ao sol. E assim, isoladas de seu contexto, as imagens são paisagens a serem desbravadas, um infinito dinâmico de possibilidades. Na verdade, o artista não está à procura do congelamento da imagem, muito pelo contrário, sua busca é pelo movimento, pelo impulso vital.
VERA CAFÉ